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Contam que na carpintaria houve uma vez uma estranha assembleia.
Foi uma reunião de ferramentas para acertar suas diferenças.
Um martelo exerceu a presidência, mas os participantes lhe notificaram que teria que renunciar.
A causa? 
Fazia demasiado barulho; e além do mais, passava todo o tempo golpeando.
O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo.
Diante do ataque, o parafuso concordou, mas por sua vez, pediu a expulsão da lixa. Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre
em atritos.
A
lixa acatou, com a condição de que se expulsasse o metro que sempre media, os outros segundo a sua medida, como se fora o único perfeito.
Nesse momento entrou o carpinteiro, juntou o material e iniciou o seu trabalho. Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso.
Finalmente, a rústica madeira se converteu num fino móvel.
Quando a carpintaria ficou novamente só, a assembléia reativou a discussão.
Foi então que o serrote tomou a palavra e disse:

"Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o carpinteiro trabalha com nossas qualidades, com nossos pontos valiosos. Assim, não pensemos em nossos pontos fracos, e concentremo-nos em nossos pontos fortes."
A assembleia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limar e afinar asperezas, e o metro era preciso e exato.
Sentiram-se então como uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade.
Sentiram alegria pela oportunidade de trabalhar juntos.

Ocorre o mesmo com os seres humanos. Basta observar e comprovar.
Quando uma pessoa busca defeitos em outra, a situação torna-se tensa e negativa; ao contrário, quando se busca com sinceridade os pontos fortes dos outros, florescem as melhores conquistas humanas.
É fácil encontrar defeitos, qualquer um pode fazê-lo.

Mas encontrar qualidades... isto é para os sábios!!!!


   
Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo, e estava resolvido a encontrar meios de minorá-los. Passava dias em seu laboratório em busca de respostas para suas dúvidas.
  Certo dia, seu filho de sete anos invadiu o seu santuário decidido a ajudá-lo a trabalhar. O cientista, nervoso pela interrupção, tentou que o filho fosse brincar em outro lugar.
  Vendo que seria impossível removê-lo, o pai procurou algo que pudesse ser oferecido ao filho com o objetivo de distrair sua atenção. De repente, deparou-se com o mapa do mundo, o que procurava! Com o auxílio de uma tesoura, recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho dizendo:

 - Você gosta de quebra-cabeça? Então vou lhe dar o mundo para consertar.
  Aqui está o mundo todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho! Faça tudo sozinho.

  Calculou que a criança levaria dias para recompor o mapa. Algumas horas depois, ouviu a voz do filho que o chamava calmamente:

 - Pai, pai, já fiz tudo. Consegui terminar tudinho!
   A princípio, o pai não deu crédito às palavras do filho. Seria impossível, na sua idade, ter conseguido recompor um mapa que jamais havia visto. Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança. Para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares. Como seria possível? Como o menino havia sido capaz? - Você não sabia como era o mundo, meu filho, como conseguiu?
 - Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei, mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem que eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem, virei à folha e vi que havia consertado o mundo.
                                 



   Logo à frente, a professora entrou na sala do zelador e saiu com uma pá.
Depois seguiu para o pátio da escola, conduzindo os alunos até o canto mais distante do parquinho. Ali começaram a cavar. Foram enterrar seus 'não consigo'!

   Quando a escavação terminou, a caixa de 'não consigo' foi depositada no fundo e rapidamente coberta
com terra. Trinta e uma crianças de dez e onze anos permaneceram de pé em torno da sepultura recém cavada. A professora, então, proferiu louvores.

  "Amigos, nós estamos hoje aqui reunidos par honrar a memória do 'não consigo'.
Enquanto esteve conosco aqui na Terra, ele tocou as vidas de todos nós, de alguns mais do que outros. Seu nome, infelizmente, foi mencionado em cada instituição pública - escolas, prefeituras, assembleias legislativas e até mesmo na Casa Branca. Providenciamos um local para seu descanso final e uma lápide que contém seu epitáfio. Ele vive na memória de seus irmãos e irmãs 'eu consigo', 'eu vou' e 'eu vencerei'. Que ' não consigo' possa descansar em paz e que todos os presentes possam retomar suas vidas e ir em frente, na sua ausência. Amém."

  Ao escutar as orações, entendi que aqueles alunos jamais esqueceriam a lição. A atividade era simbólica: uma metáfora da vida. O "não consigo" estava enterrado para sempre.

   Logo após, a sábia professora encaminhou os alunos de volta à classe e promoveu uma festa. Como parte da celebração, a professora recortou uma grande lápide de papelão e escreveu as palavras "não consigo" no topo, "descanse em paz" no centro e a data embaixo. A lápide de papel ficou pendurada na sala de aula durante o resto do ano. Nas raras ocasiões em que um aluno se esquecia e dizia "não consigo", a professora simplesmente apontava o cartaz "descase em paz". O aluno, então, se lembrava de que "não consigo" estava morto e reformulava a frase.

   Eu não era aluno dela. Ela era minha aluna. Ainda assim, naquele dia aprendi uma lição duradoura com ela. Agora, anos depois, sempre que ouço a frase "não consigo" vejo as imagens daquele funeral da quarta série. Como os alunos, eu também me lembro de que "não consigo" está morto. Faça o mesmo você também: exclua de sua vida o "não consigo", "não posso", "não sou capaz", "nunca vencerei". Anime-se vá à luta e verá que você tudo pode.

                                                                                       "Tudo posso naquele que me fortalece".

   Que Deus abençoe abundantemente.


 

                                           




Era uma vez uma moça que estava à espera de seu voo na sala de embarque de um grande aeroporto. Como deveria esperar por muitas horas, ela resolveu comprar um livro para matar o tempo.
   Comprou também um pacote de biscoito. Sentou-se numa poltrona, na sala VIP do aeroporto, para descansar e ler em paz. Ao seu lado sentou-se um homem. Quando ela pegou a primeira bolacha, o homem também pegou uma. Ela se sentiu indignada, mas não disse nada.
    Apenas pensou: “Mas que cara de pau! Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho para ele nunca mais esquecesse!”.
     A cada bolacha que ela pegava o homem também pegava uma. Aquilo a deixava, tão indignada que não conseguia nem reagir. Quando restava apenas uma bolacha, ela pensou:
     “O que será que esse abusado vai fazer agora?”
     Então o homem dividiu a última bolacha ao meio, deixando a outra metade para ela. Ah! Aquilo era demais! Ela estava bufando de raiva! Então, pegou seu livro e suas outras coisas e se dirigiu ao local de embarque.
     Quando se sentou, confortavelmente, numa poltrona, já no interior do avião, olhou dentro da bolsa para pegar uma caneta e, para sua surpresa, o pacote de biscoito estava lá. Ainda intacto. Fechadinho!!!
      Ela sentiu tanta vergonha! Só então percebeu que a errada era ela mesma, sempre tão distraída! Havia se esquecido de que suas bolachas estavam guardadas dentro da sua bolsa.
      O homem havia dividido as bolachas dele sem se sentir indignado, nervoso ou revoltado, enquanto ela tinha ficado muito transtornada pensando estar dividindo as delas com ele.
      E já não havia mais tempo para se explicar...e nem para pedir desculpas!
      Quantas vezes, em nossas vidas, comemos as bolachas dos outros e não temos consciência disso?
       Antes de concluir, observe melhor!
       Talvez as coisas não sejam exatamente como você pensa!
       Não pense o que não sabe sobre as pessoas.
       Existem quatro coisas na vida que não se recuperam:

   - a pedra, depois de atirada;
   - a palavra, depois de proferida;
   - a ocasião, depois de perdida;
   - e o tempo, depois de passado.

Que Deus abençoe abundantemente!



  "Sempre que alguém vem visitar-me, fala com falsidade, enche o coração de calúnias e depois sai espalhando-as.
Todos os que me odeiam juntam-se e cochicham contra mim, imaginando que o pior me acontecerá:
-Uma praga terrível o derrubou; está de cama, e jamais se levantará-
Até o meu melhor amigo, em quem eu confiava e que partilhava do meu pão, voltou-se contra mim.
Mas, tu, Senhor, tem misericórdia de mim; levanta-me, para que eu lhes retribua.
Sei que me queres bem, pois o meu inimigo não triunfa sobre mim.
Por causa da minha integridade me susténs e me pões na tua presença para sempre."

Salmos 41:6-12
 
 
Forte né? Nem preciso fazer nenhum comentário em relação a essa palavra.

"Bem aventurado o homem que suporta a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam.




Ninguém, sendo tentado, diga: De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta.


Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concuspiscência.


Depois, havendo a concuspicência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte" Tiago 1:12-15






Dicionário da Nanda:


suporta - aguenta firme
engodado - enganado ardilosamente
concuspicência - vontade da carne
concebido - gerado




Todo cuidado é pouco quando se trata do nosso testemunho.


Testemunhar não é apenas dizer para as pessoas sobre as mudanças e maravilhas que Deus realizou em nossas vidas, mas à cima de tudo mostrar as mudanças e transformações com nossos gestos e atitudes...
Certamente gestos e atitudes falam mais alto que muitas palavras, com estes podemos glorificar o nosso Deus ou envergonhá-lo.

Agora eu pergunto... Como tem sido o nosso testemunho?
Temos glorificado ou envergonhado?
Você diz... "Eu sou cristã, eu vou à igreja!" e ao mesmo tempo não pensa duas vezes antes de mentir...
Você diz... "Eu creio em Deus", mas no trabalho sempre chega atrasada, não se destaca em nada, reclama de tudo, não acrescenta, não se esforça...
Você diz... "Jesus Cristo é o Senhor", mas em casa com a família é incapaz de ajudar em alguma coisa seja no lado financeiro ou físico...

Melhor seria se não falássemos nada, pois assim pelo menos não estaríamos envergonhando o nosso Deus.
Analise hoje suas atitudes. Como tem sido o seu testemunho? Vergonha ou glória?
Só você pode mudar essa situação!

Decidamos hoje sermos sempre vasos de honra para o nosso Deus!

 


Leiam com muita atenção... Faz sentido e falou muito forte comigo!



- Duda ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas.
No dia seguinte, Júlia sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar.
Duda não podia, pois iria sair com sua mãe naquela manhã.
Júlia então, pediu a coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio.
Duda não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial.

Ao regressar do passeio, Duda ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão.
Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada.
Chorando e muito nervosa, Duda desabafou:
"Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo?
Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão.

Totalmente descontrolada Duda queria, porque queria, ir ao apartamento de Júlia pedir explicações.

Mas a mãe, com muito carinho ponderou:
"Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em sua roupa?
Ao chegar em casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou.
Você lembra o que a vovó falou?
Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar.

Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa.
Deixa a raiva secar primeiro.
Depois fica bem mais fácil resolver tudo.

Duda não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão.

Logo depois alguém tocou a campainha.
Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão.
Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:
"Duda, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente?
Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei.
Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado.
Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você.
Espero que você não fique com raiva de mim.
Não foi minha culpa."

"Não tem problema, disse Duda, minha raiva já secou."

E dando um forte abraço em sua amiga, tomou-a pela mão e levou-a para o quarto para contar a história do vestido novo que havia sujado de barro.


  Nunca tome qualquer atitude com raiva.
A raiva nos cega e impede que vejamos as coisas como elas realmente são.


Assim você evitará cometer injustiças e ganhará o respeito dos demais pela sua posição ponderada e correta.

Diante de uma situação difícil. 

Lembre-se sempre: Deixe a raiva secar



Nessa semana tenho pensado muito no que tem acontecido comigo e com meu amado. E com tudo isso, vejo que viramos o centro das atenções da igreja. Mais ainda daquelas pessoas que não têm vida própria, ou seja, vivem a vida dos outros.

Antigamente, quando o assunto era outra pessoa; eu não estava nem ai, sempre coloquei minha salvação em primeiro lugar. Mas mesmo assim, de vez em quando achava graça de determinados casos.

A partir de todas as tribulações que enfrentei quando decidi pegar firme e servir a Jesus; parei de achar graça, me coloquei no lugar daquela pessoa, pensei em meus defeitos e falhas sendo expostos daquela forma e como me senti quando aconteceu comigo (pior ainda).

Muitas vezes rotulamos as pessoas...

"Ela é muito esquecida!"

"Ela é muito bagunceira!"

"Ela é muito tímida!"

"Ela é uma cabeça de vento!"


Sei que não é fácil não fazer isso, pois certas coisas realmente são muito evidentes e freqüentes no caráter de uma pessoa, mas será que isso ajuda?
Será que ficar martelando nos defeitos e falhas dela vai ajudá-la?
Será que vai fazê-la mudar?
Será que estas acusações vão levantá-la e motivá-la ou vão derrubá-la?
Será que vai fazê-la abrir os olhos e enxergar que precisa mudar?

Resposta:

Não sei!

Talvez dependa da pessoa, mas acho que um pouco de cuidado é necessário ao lidar com falhas e defeitos de alguém...



Vamos pensar nisso.